Jorge Loredo descobriu sua vocação para o humor de uma maneira bastante inusitada, ao ser incentivado a atuar no grupo teatral de um hospital onde foi internado com tuberculose aos 20 anos de idade. O ator se inspirou num amigo que se achava galã para conceber o Zé Bonitinho, figura caricata que se gaba por conquista mulheres com seu charme e jogos de palavras em inglês.
Zé Bonitinho, ultimamente, podia ser visto em A praça é nossa, mas fez parte de diversos humorísticos da televisão nacional. O personagem estreou na televisão em 1960 no programa Noites Cariocas, exibido pela extinta TV Rio. Paralelamente, exerceu a profissão de advogado, especialista em Direito Previdenciário e do Trabalho.
Carreira
Loredo começou nos anos 70 na Praça da Alegria. Apesar das dezenas de personagens, o ator ficou conhecido pelo Zé Bonitinho, que se popularizou no programa A Praça é Nossa. O comediante criou dezenas de bordões que ficaram populares no Brasil, como: “Garotas do meu Brasil varonil: vou dar a vocês um tostão da minha voz...!”; “Mulheres, atentem para o tilintar das minhas sobrancelhas”; “O chato não é ser bonito, o chato é ser gostoso”.
Desde 2000, quando o humorístico foi tirado do ar, as participações de Loredo na televisão se tornaram irregulares. O ator passou a atuar no cinema nacional, em 2006, ele participou docurta-metragem “Quando o tempo cair”. Em 2003, atuou na peça infantil “Eu e meu guarda-chuva”. Em 2005, a diretora Susanna Lira lançou o documentário “Câmera, close!”, uma biografia do ator.
Seu último trabalho em no cinema foi em 2008, no filme "Chega de saudade", de Lais Bodansky.



Nenhum comentário:
Postar um comentário